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Brasilienses curtem dia gratuito de música e artes no Festival Sai da Lata, no Museu Nacional de Brasília

18 de setembro de 2016

Todas as tribos da capital federal se reuniram, neste sábado (17), para um dia dedicado à música e às artes na 5ª edição do Festival Sai da Lata, que aconteceu no Museu Nacional de Brasília. No evento gratuito, que começou às 16h e foi noite adentro, os brasilienses puderam conferir atrações que variavam do hardcore ao pop, encabeçadas pelas bandas Dead Fish, Dona Cislene, Funqquestra e Na Lata. Os shows foram intercalados por apresentações de circo, teatro e dança: diversão garantida para todas as idades.

Diante de uma entusiasmada plateia, o vocalista da banda Dona Cislene, Bruno Alpino, falou sobre o frio na barriga de voltar a tocar em Brasília, cidade onde o grupo nasceu. Atualmente, os integrantes moram em São Paulo. A incerteza, porém, passou no minuto em que a banda entrou no palco e foi recebida de braços abertos pelos brasilienses. “Somos uma banda independente, na estrada, e nos amarramos em tocar para vocês”, agradeceu Bruno.

Criado com o objetivo de valorizar os artistas da capital e colocar a cena cultural brasiliense como protagonista junto ao público, o Festival Sai da Lata tem cumprido bem o seu papel. Nas edições anteriores, mais de 35 mil pessoas assistiram as apresentações de cerca de 100 artistas. Neste ano, uma delas era a estudante de Engenharia Civil Bárbara Fernandes, de 23 anos. Ela contou que um dos pontos que mais a motivou a ir ao Festival foi a entrada gratuita.

“É muito legal a gente ter shows gratuitos assim, com música, artistas de circo. Faz falta esse tipo de evento aqui em Brasília. Eu vim para ver o Dead Fish, mas gostei muito de todas as atrações”, disse.

Estudante do Ensino Médio, João Guilherme Pires, de 16 anos, foi com os amigos e destacou a localização do Festival, o Museu Nacional de Brasília, como um ponto positivo. “Gosto muito de Dona Cislene e queria ver a banda de perto. O bom do show ser aqui [no Museu] é que, como eu moro em Taguatinga, posso ir e voltar de ônibus ou metrô. É bom pra quem depende do transporte público”, destacou.

Já o casal Mariana Teles, de 29, e Ricardo Matos, de 35 anos, ressaltou a mistura de estilos como o diferencial do Festival Sai da Lata. “Acho legal de misturar vários estilos musicais, com dança, teatro, as projeções. A gente precisa desse tipo de opção de diversão no final de semana aqui em Brasília, onde tudo costuma ser muito caro”, avaliou Ricardo.

Mariana elogiou também a organização do evento. “O bom é que é tudo cercado, não pode entrar com garrafa, tem seguranças revistando as bolsas. A gente se sente mais seguro para poder se divertir mais”, completou.

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